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 15 FAMOSOS QUE PERDERAM TUDO E FICARAM POBRES! 

 

 

 

Eu soube sempre ganhar dinheiro, sabia como ganhar. O problema todo meu foi gerir, que é o mais importante. Não é só eu ganhar, saber gerir. Eu geri muitas coisas boas, não soube foi mantê-las. Eles tiveram tudo. Fama, fortuna, luxo, aplausos. Viveram no auge. Foram admirados por milhões e pareciam intocáveis.

 Mas bastou um passo em falso, um vício, um golpe, uma escolha errada para tudo desabar. Hoje vai conhecer 15 artistas que brilharam nos palcos, na TV e no desporto, mas que perderam absolutamente tudo. Alguns acabaram por viver nas ruas, outros implorando por ajuda. Prepare-se. Estas histórias são fortes, reais. Vu é o meu neto docinho.

Aa, que Deus cuide de si. E vão deixá-lo de boca aberta. Ah, e diz-me qual deles mais te chocou? Estou curiosa para saber. Comenta lá. E agora vamos ao primeiro caso. Renato Rocha. Renato Rocha foi um dos primeiros membros da banda Legião Urbana, um dos maiores ícones do rock brasileiro. Nascido no Rio de Janeiro, mudou-se com a família para Brasília quando ainda era jovem e foi aí que descobriu a sua paixão pela música e pelo baixo.

 Na década de 1980, quando Renato entrou na legião, tudo parecia caminhar para o sucesso absoluto e caminhou. Ele participou na formação clássica da banda, gravou discos históricos e foi responsável pela uma das linhas de baixo mais marcantes da época. Mas os bastidores não eram tão harmonios quanto os palcos.

 Com o sucesso, vieram também os atrasos, as confusões, os vícios. E em 1989, pouco antes da gravação do disco à Quatro Estações, Renato foi afastado do grupo. O motivo? Os seus atrasos frequentes, comportamento imprevisível e o uso excessivo de bebidas e estupefacientes. A partir daí, a queda foi lenta, mas sem travões.

 Nos anos seguintes, ele tentou retomar a carreira, mas os os problemas pessoais falavam mais alto. Em 2012, uma reportagem da TV Record chocou o país. Renato Rocha, antigo membro da banda que marcou Gerações, foi vivendo na rua, no centro do Rio de Janeiro. Hoje a reportagem do Domingo Espetacular encontrou o ex-baixista a viver nas ruas do Rio de Janeiro.

 Ele dormia em abrigos, em bancos de jardim e só conseguia comer com ajuda de desconhecidos. Renato sofria de dependência química e vivia de donativos. Numa entrevista emocionada, disse: “As as pessoas só se lembram de nós no sucesso? Quando a gente cai, quase ninguém estende a mão. Segundo ele, os direitos autorais das músicas da legião urbana não davam sequer para uma vida básica.

queixa-se que o dinheiro dos direitos autorais é muito pouco. Como é que pode um disco vender mais de 12 milhões de exemplares e eu ficar na rua? Você deveria receber direitos de autor de do quê? Do período em que você e o passado glorioso parecia agora um sonho distante. Infelizmente a história teve um fim trágico.

 Renato Rocha foi encontrado morto num quarto de hotel em fevereiro de 2015. Aos 53 anos, o baixista Renato Rocha, membro da primeira formação da banda Legião Urbana, foi encontrado morto esta manhã no interior de um hotel no Guarujá, no litorado de São Paulo. De acordo com informações da Polícia Militar, foi encontrado encostado à porta do quarto.

Uma amiga do músico estaria hospedada no mesmo hotel, vítima de uma paragem cardíaca. Renato morreu em consequência de uma paragem cardíaca. Ele tomava antidepressivos e estava internado em uma clínica. De ídolo nacional a símbolo de abandono, Renato deixou um alerta cru. O sucesso pode durar apenas uma música e a queda, essa sim, pode ser longa e silenciosa.

Asa Branca. Não é exagero dizer que Asa Branca foi o maior locutor de rodeos da história do Brasil. O seu nome verdadeiro era Valdemar Rui dos Santos e começou como peão de boiadeiro. Mas depois de um acidente grave, teve de abandonar os bois e passou a dominar os microfones. A primeira coisa foi narrar os versos.

Ninguém falava vesta dentro do rodeo. Com uma voz marcante, presença em palco absurda e muita criatividade. Quem tem morena tem paixão, quem tem loira tem saudades. Quem tem as duas é o garanhão da cidade. Quem não tem qualquer igual ao Asa Branca, passa à vontade. Asa Branca não só narrava rodeios, ele transformava cada acontecimento num espetáculo.

Segura peão. Este lado tá mais animado. Segura. chegava montado em cavalos, entrava de helicóptero nas arenas e fazia o público vibrar como se fosse uma final da Taça do Mundo. Segura. Nos anos 90 chegou a ganhar mais de R$ 300.000 por mês. Isto sem contar patrocínios e presenças em programas de TV.

 Comprou carros de luxo, um avião particular e viveu rodeado de Glamour. Era uma verdadeira celebridade do interior, mas juntamente com o sucesso vieram os excessos. Asa Branca mergulhou fundo em festas, bebidas e drogas. Ele mesmo dizia: “Sem rodeios: “Se eu ganhava, eu gastava em bebida, droga e festa. Com o tempo, perdeu contratos, perdeu amigos e acabou por contrair o vírus HIV.

 Em 2017 veio outro golpe devastador, o diagnóstico de cancro na garganta. A doença se propagou agressivamente, atingindo o cérebro, a língua e o pescoço. A lenda viva dos rodeos agora mal conseguia falar. Força, asa Jesus. Amigo você, à minha mulher família. Nos seus últimos anos, vivia num modesto apartamento alugado, longe dos holofotes e da fortuna que um dia teve nas mãos.

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