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@sesinatos de mujeres sacude la Zona Turística de Puerto Vallarta

@sesinatos de mujeres sacude la Zona Turística de Puerto Vallarta

El caso más reciente es de Elizabeth Galindo, una mujer de Puerto Vallarta, una mujer asesinada. Las condiciones en las que fue asesinada esta mujer son semejantes a cómo han sido asesinadas otras mujeres en Puerto Vallarta, es decir, prácticamente semidesnudas, tiradas en diferentes lugares, en diferentes zonas.

Últimamente, por lo menos desde fines de abril, incluyendo mayo, lo que llevamos de mayo, últimamente se han reportado al menos tres asesinatos de mujeres. Yo ya a estas alturas, entre el pleito entre que si es feminicidio y no es feminicidio, pues ya mejor decimos que son asesinadas mujeres, tres mujeres, digamos, desde fines de abril y todo lo que va en este mes de mayo.

 Pero no solamente son estas tres, se habla de que por lo menos, y esto lo han señalado distintos colectivos, se habla de que por lo menos durante este 2026 han muerto más mujeres. La cantidad o las cantidades varían según las fuentes. Hay quienes señalan inclusive que son 11 mujeres, 11 mujeres asesinadas tan solo en la zona entre Puerto Vallarta, Bahía Banderas y toda esta zona, vamos a llamarla turística, que se ha convertido en esto que podríamos pues eh decir que tiene todas las señales de que estamos hablando de un asesinato en serie. ¿Por

qué? por las condiciones en las que han sido localizadas estas mujeres. Hay diferentes pues ahora sí que historias, una que fue asesinada en una brecha, otra que fue asesinada y ejecutada balazos en las juntas y muchas otras más que simple y sencillamente forman parte de un tipo de agresiones salvajes más allá de lo que de alguna manera de por sí es una atrocidad matar mujeres.

 Pues más allá de todo esto, en las condiciones, no nos han dicho más. Como siempre, pues aquí hay un silencio de las autoridades. Obviamente aquí estamos hablando de algo verdaderamente grave. Y yo lo que quisiera destacar es lo que siempre hemos destacado de que las mujeres en Jalisco están en peligro y sobre todo ahora que estamos con todo este brete del mundial, pues no se ve nada bien que haya tantas mujeres asesinadas tan solo en Puerto Vallarta y las zonas alrededor, dado que es un lugar turístico donde mucha gente

seguramente con todo este asunto del mundial pues vendrá, irá a Puerto Vallarta y ya conocen toda esta historia. Así que estamos hablando de algo grave, algo grave que hasta el momento poco ha escalado, por lo menos desde el punto de vista del escándalo, porque es un auténtico escándalo que haya tantas mujeres.

 con una es suficiente, con dos, imagínense, con tres o más de tres llegando quizás a cifras como 11, pues entonces estamos hablando de una auténtica masacre hacia las mujeres, sobre todo las condiciones. No son mujeres jovencitas, pero sí son mujeres que a final de cuentas, no importa la edad, de lo que estamos hablando es de auténticas mujeres que son asesinadas. Ve tú a saber cómo.

E conforme os dias passavam, o clima de medo em Puerto Vallarta começava a crescer entre moradores, comerciantes e até turistas que acompanhavam as notícias locais. Muitas pessoas passaram a comentar que já não se sentiam seguras caminhando sozinhas à noite, especialmente mulheres que trabalham no setor turístico, em bares, restaurantes, hotéis e centros noturnos da região.

Puerto Vallarta sempre foi conhecida internacionalmente como um dos destinos turísticos mais famosos do México. Milhares de visitantes chegam todos os anos atraídos pelas praias, pela vida noturna e pelo ambiente considerado paradisíaco. No entanto, por trás das imagens bonitas usadas nas campanhas de turismo, existe uma realidade muito mais complexa que muitas vezes não aparece para o restante do mundo.

Moradores começaram a relatar que há anos a violência vem aumentando em diferentes partes de Jalisco e também nas regiões próximas de Bahía de Banderas. Muitos afirmam que crimes relacionados ao narcotráfico, desaparecimentos e assassinatos já fazem parte da rotina de várias comunidades, embora boa parte desses casos receba pouca cobertura nacional ou internacional.

O caso de Elizabeth Galindo acabou ganhando atenção justamente pelas circunstâncias em que seu corpo foi encontrado. Segundo relatos divulgados por meios locais, havia sinais muito semelhantes aos observados em outros casos recentes envolvendo mulheres assassinadas na região. Isso fez com que coletivos feministas e organizações de direitos humanos começassem a exigir investigações mais profundas.

Nas redes sociais mexicanas, hashtags pedindo justiça para as vítimas rapidamente começaram a circular. Muitas mulheres passaram a compartilhar mensagens dizendo que vivem diariamente com medo e que a sensação de insegurança aumentou drasticamente nos últimos meses.

Algumas ativistas afirmaram que o problema vai muito além de um caso isolado. Segundo elas, existe um padrão preocupante de violência contra mulheres em várias regiões do México, especialmente em estados onde o crime organizado possui forte presença. Muitas vezes, segundo esses grupos, as autoridades demoram para investigar adequadamente ou classificam rapidamente os crimes sem aprofundar linhas de investigação importantes.

Enquanto isso, familiares das vítimas enfrentam não apenas a dor da perda, mas também a frustração diante da falta de respostas. Em diversos casos, parentes afirmam que as investigações caminham lentamente, que há pouca comunicação das autoridades e que muitas perguntas permanecem sem resposta durante meses.

Outro ponto que começou a gerar preocupação foi justamente a proximidade de grandes eventos internacionais relacionados ao turismo e ao futebol. Muitas pessoas passaram a questionar como regiões consideradas estratégicas para o turismo internacional continuam enfrentando níveis tão graves de violência.

Alguns comentaristas locais chegaram a dizer que existe um esforço constante para proteger a imagem turística de Puerto Vallarta, evitando que notícias negativas ganhem repercussão internacional. Segundo essas críticas, muitas vezes crimes graves acabam recebendo atenção limitada para não afetar economicamente o setor turístico.

Ao mesmo tempo, autoridades locais afirmaram que as investigações seguem em andamento e que diferentes linhas estão sendo analisadas. Porém, como costuma acontecer em muitos casos semelhantes, poucas informações concretas foram divulgadas oficialmente.

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